sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

MENSAGEM DO BISPO DE VILA REAL PARA A QUARESMA DE 2016

Mensagem Quaresmal, no Ano Jubilar da Misericórdia

Irmãos e Irmãs! Exorto-vos a viver, em união, com Cristo, para serdes novas criaturas: “Revesti-vos de misericórdia, bondade, humildade, mansidão e paciência, suportai-vos e perdoai-vos, mutuamente, se houver razão de queixa contra Vós e perdoai, como Deus Vos perdoou” (Col.3,12-13). Escutai a Palavra de Deus, como Maria Santíssima o fez. O Papa Francisco, na sua mensagem da Quaresma, recorda-nos que Deus prefere a obediência e a misericórdia ao sacrifício (Mt.9,13).  

1.- A Quaresma, como itinerário de Quarenta Dias, rumo à Páscoa, na fé e esperança da vida gloriosa, abre o ciclo litúrgico da redenção. Como Israel, a caminho da terra prometida, com Cristo que fez a vontade do Pai, dando-nos o exemplo, peregrinemos, com sobriedade, na conversão, solidariedade e sentimentos de misericórdia e piedade. Não há Quaresma, sem Deus e vida gloriosa, nem Páscoa, sem morte, jejum, esmola, imitação e sequela de Cristo. O egoísmo, auto-suficiência e indiferença geram avareza, luxúria, inveja e violência e matam o altruísmo. O egoísta é escravo do mal, violento e intolerante. Sem amor a Deus e ao próximo, só há impunidade, lei da selva e violência. Se Deus não existe, tudo é permitido, diz Dostoievski, o outro é coisa descartável e venal e a esperança na vida ultra-terrena morre, no egoísta e libertino, que obedece ao programa cínico do “comamos e bebamos que amanhã morreremos”.

2.- Escutai a Palavra de Deus. Crescei na santidade, abertos à misericórdia e ao diálogo. A aliança, com Deus, brilha, na misericórdia e vontade salvífica do Pai, clemente e compassivo e revela-se em Seu Filho, cume da revelação. Quem vê Jesus vê o Pai, pois, ambos são um só. A misericórdia divina é anunciada ao mundo, pelos que crêem no Filho e testemunham diálogo, solidariedade, compaixão e sobriedade, renunciando ao supérfluo e ao esbanjamento, para os pobres terem o necessário, segundo o destino universal dos bens, de que fala a Doutrina Social da Igreja. O Filho de Deus, amou, fez o bem e deu-nos o exemplo de vida santa, abnegada e solidária. Imitemos a compaixão de Cristo, pois, é desumano e blasfemo matar, ofender e fazer o mal, em nome de Deus, Supremo Bem, Verdade e Beleza. Devemos, antes, cumprir a regra de ouro “não fazendo ao outro o que não desejamos que o outro nos faça a nós”. O amor a Deus exige o amor ao próximo, que é a prova que O amamos, pois, “o que não ama o irmão que vê, não pode amar a Deus a quem não vê” (1 Jo 4,20). 

3.- Exorto os Sacerdotes e os Fiéis da Diocese a apreciar e frequentar, assiduamente, o Sacramento da Reconciliação, que é o Sacramento da Alegria e da Cura interior, cuja importância o conhecido escritor francês, Alphonse Daudet, autor de “Lettres de mon Moulin”, vincadamente sublinha, no conto “O Cura de Cocugnan”. Precisamos de ser perdoados, purificados do pecado, de ser guiados e experimentar a alegria do perdão e misericórdia de Deus. Os Padres confessem-se, de mês a mês, e vivam, rectamente, uma vida santa. Na medida em que puserem em prática a vontade de Deus e viverem segundo a recta consciência, conquistarão os outros, para Cristo. Não se pode oferecer a outros o que não queremos para nós. Se queremos que outros aceitem o perdão e a misericórdia de Deus, abeiremo-nos nós mesmos, queridos Padres, do Sacramento da Penitência, testemunhando que somos pecadores e beneficiários do perdão de Deus.

4.- Promover Vias Sacras, Procissões Penitenciais, Peregrinações a Santuários, Retiros e Reflexão, Visitas a Doentes e levar-lhes o Viático e a Unção dos Enfermos. Assegurar a Adoração Eucarística, as Quarenta Horas, “Laus Perene” e o “Dia para o Senhor”, que o Papa recomenda. Peço aos Padres para serem acolhedores, misericordiosos e piedosos instrumentos da infinita compaixão de Deus. “Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia”.   

5.- S. Paulo pediu a Colecta, para a Igreja de Jerusalém, como sinal de solidariedade e co-responsabilidade. No ano 49 da nossa era, no Concílio de Jerusalém, foi pedido o donativo, em prol dos pobres. Os diversos Peditórios têm fins próprios e são sinal da co-responsabilidade eclesial,pelo bem comum. Eles fazem parte da vida do cristão, que não se compreende sem a partilha, a compaixão e a misericórdia.
Além dos Peditórios, como o de Sexta Feira Santa, para os Lugares Santos e outros, como o Contributo Penitencial da Abstinência da Cruzada, dado ao Bispo, os Fiéis ao longo do ano pratiquem a Renúncia Voluntária, dêem o donativo, que entenderem, para o fim indicado, cada ano, pelo Bispo, cientes de que as necessidades são muitas, cultivando a compaixão e ajudando os indigentes, filhos predilectos de Deus.
Durante o Ano de 2016, a Renúncia Diocesana dos Católicos da Diocese de Vila Real será destinada, em partes iguais, para as seguintes instituições e necessidades:

1º – para o Centro de Apoio à Vida “Florescer”, na ajuda à vida humana, nascente e em todas as suas fases e auxílio, aconselhamento e acompanhamento das mães;

2º - e para ajuda do Seminário de Vila Real, necessitado de obras, e para  promover e acompanhar as Vocações Sacerdotais e Ministeriais Diocesanas.

Estas duas intenções foram as do primeiro bispo, D. João Evangelista de Lima Vidal, que fundou as Florinhas da Neve, que, no dia 8 de Dezembro, completaram 90 anos de existência, e lançou os alicerces do Seminário de Vila Real, que é o coração da Diocese.

Que Deus Vos abençoe e ajude a amar a verdade, a praticar o bem, a ser solidários, a ser abertos e misericordiosos, a praticar o bem e a crescer em santidade e rectidão. Deste modo a Vossa Quaresma será santa, benéfica e agradável a Deus.

Vila Real, 28 de Janeiro de 2016.


+ Amândio José Tomás, bispo de Vila Real.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

QUARESMA 2016

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO 

PARA A QUARESMA DE 2016

«“Prefiro a misericórdia ao sacrifício” (Mt 9, 13). 

As obras de misericórdia no caminho jubilar»

1. Maria, ícone duma Igreja que evangeliza porque evangelizada

Na Bula de proclamação do Jubileu, fiz o convite para que «a Quaresma deste Ano Jubilar seja vivida mais intensamente como tempo forte para celebrar e experimentar a misericórdia de Deus» (Misericordiӕ Vultus, 17). Com o apelo à escuta da Palavra de Deus e à iniciativa «24 horas para o Senhor», quis sublinhar a primazia da escuta orante da Palavra, especialmente a palavra profética. Com efeito, a misericórdia de Deus é um anúncio ao mundo; mas cada cristão é chamado a fazer pessoalmente experiência de tal anúncio. Por isso, no tempo da Quaresma, enviarei os Missionários da Misericórdia a fim de serem, para todos, um sinal concreto da proximidade e do perdão de Deus.
Maria, por ter acolhido a Boa Notícia que Lhe fora dada pelo arcanjo Gabriel, canta profeticamente, no Magnificat, a misericórdia com que Deus A predestinou. Deste modo a Virgem de Nazaré, prometida esposa de José, torna-se o ícone perfeito da Igreja que evangeliza porque foi e continua a ser evangelizada por obra do Espírito Santo, que fecundou o seu ventre virginal. Com efeito, na tradição profética, a misericórdia aparece estreitamente ligada – mesmo etimologicamente – com as vísceras maternas (rahamim) e com uma bondade generosa, fiel e compassiva (hesed) que se vive no âmbito das relações conjugais e parentais.

2. A aliança de Deus com os homens: uma história de misericórdia

O mistério da misericórdia divina desvenda-se no decurso da história da aliança entre Deus e o seu povo Israel. Na realidade, Deus mostra-Se sempre rico de misericórdia, pronto em qualquer circunstância a derramar sobre o seu povo uma ternura e uma compaixão viscerais, sobretudo nos momentos mais dramáticos quando a infidelidade quebra o vínculo do Pacto e se requer que a aliança seja ratificada de maneira mais estável na justiça e na verdade. Encontramo-nos aqui perante um verdadeiro e próprio drama de amor, no qual Deus desempenha o papel de pai e marido traído, enquanto Israel desempenha o de filho/filha e esposa infiéis. São precisamente as imagens familiares – como no caso de Oseias (cf. Os 1-2) – que melhor exprimem até que ponto Deus quer ligar-Se ao seu povo.
Este drama de amor alcança o seu ápice no Filho feito homem. N’Ele, Deus derrama a sua misericórdia sem limites até ao ponto de fazer d’Ele a Misericórdia encarnada (cf. Misericordiӕ Vultus, 8). Na realidade, Jesus de Nazaré enquanto homem é, para todos os efeitos, filho de Israel. E é-o ao ponto de encarnar aquela escuta perfeita de Deus que se exige a cada judeu pelo Shemà, fulcro ainda hoje da aliança de Deus com Israel: «Escuta, Israel! O Senhor é nosso Deus; o Senhor é único! Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças» (Dt 6, 4-5). O Filho de Deus é o Esposo que tudo faz para ganhar o amor da sua Esposa, à qual O liga o seu amor incondicional que se torna visível nas núpcias eternas com ela.
Este é o coração pulsante do querigma apostólico, no qual ocupa um lugar central e fundamental a misericórdia divina. Nele sobressai «a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado» (Evangelii gaudium, 36), aquele primeiro anúncio que «sempre se tem de voltar a ouvir de diferentes maneiras e aquele que sempre se tem de voltar a anunciar, duma forma ou doutra, durante a catequese» (Ibid., 164). Então a Misericórdia «exprime o comportamento de Deus para com o pecador, oferecendo-lhe uma nova possibilidade de se arrepender, converter e acreditar» (Misericordiӕ Vultus, 21), restabelecendo precisamente assim a relação com Ele. E, em Jesus crucificado, Deus chega ao ponto de querer alcançar o pecador no seu afastamento mais extremo, precisamente lá onde ele se perdeu e afastou d'Ele. E faz isto na esperança de assim poder finalmente comover o coração endurecido da sua Esposa.

3. As obras de misericórdia

A misericórdia de Deus transforma o coração do homem e faz-lhe experimentar um amor fiel, tornando-o assim, por sua vez, capaz de misericórdia. É um milagre sempre novo que a misericórdia divina possa irradiar-se na vida de cada um de nós, estimulando-nos ao amor do próximo e animando aquilo que a tradição da Igreja chama as obras de misericórdia corporal e espiritual. Estas recordam-nos que a nossa fé se traduz em actos concretos e quotidianos, destinados a ajudar o nosso próximo no corpo e no espírito e sobre os quais havemos de ser julgados: alimentá-lo, visitá-lo, confortá-lo, educá-lo. Por isso, expressei o desejo de que «o povo cristão reflicta, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina» (Ibid., 15). Realmente, no pobre, a carne de Cristo «torna-se de novo visível como corpo martirizado, chagado, flagelado, desnutrido, em fuga... a fim de ser reconhecido, tocado e assistido cuidadosamente por nós» (Ibid., 15). É o mistério inaudito e escandaloso do prolongamento na história do sofrimento do Cordeiro Inocente, sarça ardente de amor gratuito na presença da qual podemos apenas, como Moisés, tirar as sandálias (cf. Ex 3, 5); e mais ainda, quando o pobre é o irmão ou a irmã em Cristo que sofre por causa da sua fé.
Diante deste amor forte como a morte (cf. Ct 8, 6), fica patente como o pobre mais miserável seja aquele que não aceita reconhecer-se como tal. Pensa que é rico, mas na realidade é o mais pobre dos pobres. E isto porque é escravo do pecado, que o leva a utilizar riqueza e poder, não para servir a Deus e aos outros, mas para sufocar em si mesmo a consciência profunda de ser, ele também, nada mais que um pobre mendigo. E quanto maior for o poder e a riqueza à sua disposição, tanto maior pode tornar-se esta cegueira mentirosa. Chega ao ponto de não querer ver sequer o pobre Lázaro que mendiga à porta da sua casa (cf. Lc 16, 20-21), sendo este figura de Cristo que, nos pobres, mendiga a nossa conversão. Lázaro é a possibilidade de conversão que Deus nos oferece e talvez não vejamos. E esta cegueira está acompanhada por um soberbo delírio de omnipotência, no qual ressoa sinistramente aquele demoníaco «sereis como Deus» (Gn 3, 5) que é a raiz de qualquer pecado. Tal delírio pode assumir também formas sociais e políticas, como mostraram os totalitarismos do século XX e mostram hoje as ideologias do pensamento único e da tecnociência que pretendem tornar Deus irrelevante e reduzir o homem a massa possível de instrumentalizar. E podem actualmente mostrá-lo também as estruturas de pecado ligadas a um modelo de falso desenvolvimento fundado na idolatria do dinheiro, que torna indiferentes ao destino dos pobres as pessoas e as sociedades mais ricas, que lhes fecham as portas recusando-se até mesmo a vê-los.
Portanto a Quaresma deste Ano Jubilar é um tempo favorável para todos poderem, finalmente, sair da própria alienação existencial, graças à escuta da Palavra e às obras de misericórdia. Se, por meio das obras corporais, tocamos a carne de Cristo nos irmãos e irmãs necessitados de ser nutridos, vestidos, alojados, visitados, as obras espirituais tocam mais directamente o nosso ser de pecadores: aconselhar, ensinar, perdoar, admoestar, rezar. Por isso, as obras corporais e as espirituais nunca devem ser separadas. Com efeito, é precisamente tocando, no miserável, a carne de Jesus crucificado que o pecador pode receber, em dom, a consciência de ser ele próprio um pobre mendigo. Por esta estrada, também os «soberbos», os «poderosos» e os «ricos», de que fala o Magnificat, têm a possibilidade de aperceber-se que são, imerecidamente, amados pelo Crucificado, morto e ressuscitado também por eles. Somente neste amor temos a resposta àquela sede de felicidade e amor infinitos que o homem se ilude de poder colmar mediante os ídolos do saber, do poder e do possuir. Mas permanece sempre o perigo de que os soberbos, os ricos e os poderosos – por causa de um fechamento cada vez mais hermético a Cristo, que, no pobre, continua a bater à porta do seu coração – acabem por se condenar precipitando-se eles mesmos naquele abismo eterno de solidão que é o inferno. Por isso, eis que ressoam de novo para eles, como para todos nós, as palavras veementes de Abraão: «Têm Moisés e o Profetas; que os oiçam!» (Lc 16, 29). Esta escuta activa preparar-nos-á da melhor maneira para festejar a vitória definitiva sobre o pecado e a morte conquistada pelo Esposo já ressuscitado, que deseja purificar a sua prometida Esposa, na expectativa da sua vinda.
Não percamos este tempo de Quaresma favorável à conversão! Pedimo-lo pela intercessão materna da Virgem Maria, a primeira que, diante da grandeza da misericórdia divina que Lhe foi concedida gratuitamente, reconheceu a sua pequenez (cf. Lc 1, 48), confessando-Se a humilde serva do Senhor (cf. Lc 1, 38).

Vaticano, 4 de Outubro de 2015

Festa de S. Francisco de Assis
Francisco

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

ANO DA MISERICÓRDIA


O logotipo do jubileu  representa uma suma teológica da misericórdia e do lema que o acompanha. No lema, tirado de Lc 6,36,Misericordiosos como o Pai, propõe-se viver a misericórdia seguindo o exemplo do Pai, que pede para não julgar e não condenar, mas perdoar e dar amor e perdão sem medida (cf. Lc 6,37-38). O logotipo é obra do padre M. I. Rupnik. A imagem - muito querida da Igreja primitiva, porque indica o amor de Cristo que realiza o mistério da sua encarnação com a redenção – mostra o Filho que carrega aos seus ombros o homem perdido. O desenho é feito de tal forma que realça o Bom Pastor que toca profundamente a carne do homem e o faz com tal amor capaz de lhe mudar a vida. Além disso, um detalhe não é esquecido: o Bom Pastor com extrema misericórdia carrega sobre si a humanidade, mas os seus olhos confundem-se com os do homem. Cristo vê com os olhos de Adão e este com os olhos de Cristo. Cada homem descobre assim em Cristo a própria humanidade e o futuro que o espera. A cena é colocada dentro da amêndoa, também esta é uma figura cara da iconografia antiga e medieval que recorda a presença das duas naturezas, divina e humana, em Cristo. As três ovais concêntricas, de cor progressivamente mais clara para o exterior, sugerem o movimento de Cristo que conduz o homem para fora da noite do pecado e da morte. Por outro lado, a profundidade da cor mais escura também sugere o mistério do amor do Pai que tudo perdoa.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

CENTRO CATÓLICO DE CULTURA DA DIOCESE DE VILA REAL
ESCOLA DIOCESANA DE EDUCAÇÃO DA FÉ
PROGRAMA PARA 2015-2016 - 2.º TRIMESTRE

12 de Fevereiro de 2016, às 21h30: Abertura do segundo trimestre, com uma conferência pelo Juiz Dr. Pedro Vaz Patto: “Viver a Justiça e a Misericórdia no Mundo de hoje”

2.º trimestre (19/02 – 18/03/2016, 21h00-22h30), 5 sessões
“Apóstolos da Misericórdia” - Curso livre de formação para todos os agentes de pastoral e membros das famílias, orientado pelo P.e Rui Alberto Almeida, SDB. Temas:
19 de Fevereiro - As parábolas da misericórdia (P.e David Teixeira)
26 de Fevereiro - Aprender a perdoar (P.e Rui Alberto)
4 de Março - Celebrar a misericórdia no sacramento da reconciliação (P.e Rui Alberto)
11 de Março - Uma misericórdia social (P.e Rui Alberto)
18 de Março - Peregrinação: em busca da misericórdia (P.e Rui Alberto)

Em breve lançaremos também dois concursos:
- Concurso de banda desenhada para os grupos de catequese paroquiais, sobre a Parábola do Pai e os dois filhos (Lc 15, 11-32);
- Encenação/teatralização da Parábola do Pai e os dois filhos (Lc 15, 11-32) por grupos paroquiais ou outros. O grupo vencedor apresentará a sua encenação/teatralização em Vila Real em data a anunciar.

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Ficha de inscrição para o curso livre “Apóstolos da Misericórdia”
Nome………………………………………………………………………………

Data de nascimento ........../........../............... Habilitações literárias………………

Contactos: Telefone ou telemóvel......................... E-mail………………………..

Paróquia…………………………………………………………………………...

Arciprestado……………………………………………………………………….

Assinatura do aluno……………………………………………………………….

Assinatura do Pároco……………………………………………………………...


Entregar, junto com o respectivo pagamento (€ 10,00), no Seminário de Vila Real

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

CONVITE DO CENTRO CATÓLICO DE CULTURA


O Centro Católico de Cultura da Diocese de Vila Real, consciente da actualidade do debate sobre os problemas da família nos nossos dias e atento ao desenrolar do Sínodo dos Bispos sobre A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo, que começou no dia 4/10 e termina a 25/10/2015,
convida toda a população para uma mesa redonda sobre o Sínodo dos Bispos e os seus desafios à família, à Igreja e à sociedade, moderada pelo Doutor António Francisco Caseiro Marques (Advogado) e com a participação de: Doutora Helena Pavão (Jurista), Doutora Emília Sarmento (Enfermeira), Doutor José Carlos Carvalho (Professor de Sagrada Escritura na UCP) e Doutor José Carlos Gomes da Costa (Psicólogo e Professor na UTAD).

Esta mesa redonda terá lugar a 30 de Outubro de 2015, às 21h30, no Auditório do Seminário de Vila Real (Casa Diocesana).
CENTRO CATÓLICO DE CULTURA DA DIOCESE DE VILA REAL
PROGRAMA PARA 2015-2016

30 de Outubro de 2015, às 21h30: Abertura do ano lectivo, com uma mesa redonda sobre o Sínodo dos Bispos e os seus desafios à família, à Igreja e à sociedade, moderada pelo Dr. António Francisco Caseiro Marques e com a participação de: Dra. Helena Pavão, Dra. Emília Sarmento, Dr. José Carlos Carvalho e Dr. José Carlos Gomes da Costa

1.º trimestre (06/11 – 04/12/2015), 5 sessões

21h00-22h30: Curso livre "Misericórdia, Palavra Carinhosa de Deus", orientado pelo Pe. António Jorge Cachide Ferreira

Ainda está em elaboração o programa para o 2.º e 3.º trimestres.
Teremos uma conferência sobre a Justiça e a Misericórdia e outra sobre a “Laudato Sí” e iremos organizar uma exposição sobre os Símbolos da Misericórdia.

Em breve lançaremos também dois concursos:
- Concurso de banda desenhada para os grupos de catequese paroquiais, sobre a Parábola do Pai e os dois filhos (Lc 15, 11-32);
- Encenação/teatralização da Parábola do Pai e os dois filhos (Lc 15, 11-32) por grupos paroquiais ou outros. O grupo vencedor apresentará a sua encenação/teatralização em Vila Real em data a anunciar.
Em breve publicaremos os regulamentos destes concursos.

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Ficha de inscrição para o curso livre “Misericórdia, Palavra Carinhosa de Deus”

Nome………………………………………………………………………………

Data de nascimento ........../........../............... Habilitações literárias………………

Contactos: Telefone ou telemóvel......................... E-mail………………………..

Paróquia…………………………………………………………………………...

Arciprestado……………………………………………………………………….

Assinatura do aluno……………………………………………………………….

Assinatura do Pároco……………………………………………………………...


Entregar, junto com o respectivo pagamento (€ 10,00), no Seminário de Vila Real.